Há erros que se cometem e que ainda por cima se repetem até à exaustão. Pelo meio pára-se para pensar neles por iniciativa ou leva-se um abanão. Aí relativiza-se, tem-se consciência deles e que parar de o fazer é essencial. No entanto, repete-se. Há uma anulação à conta do orgulho, orgulho esse que se perde com o fim de o ganhar em última instância. Propositado? Não. Estratégia? Não. O que é? Bite me. Quem está habituado a ter tudo, a mais cedo ou mais tarde conseguir o que quer, não gosta de admitir que perdeu... mesmo que seja a feijões. E insiste.